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Colégio de Interativa é pioneiro em educação transformadora e investe em mesas colaborativas para ensinar alunos.

Ateliês de Aprendizagem, lousa digital, cores ou frases atrativas são alguns dos diferenciais que marcam a proposta sócio – interacionista do Colégio Interativa que tem por base estimular o processo lúdico, cognitivo e interativo.

 Recentemente uma pesquisa da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico divulgou um ranking mundial sobre a disponibilidade dos jovens trabalharem em grupo. A pesquisa foi realizada em 52 países, com adolescentes entre 15 e 19 anos e apontou o Brasil em penúltimo lugar, ou seja, os estudantes brasileiros não conseguem desenvolver habilidades em grupo.

Mas essa realidade brasileira não condiz com a proposta vivenciada dentro do Colégio Interativa (Londrina – PR) que já trabalha com Ateliês de Aprendizagem, local em que as mesas são colaborativas, justamente para incentivar os alunos a praticarem a partilha dos conhecimentos adquiridos, do espaço e também dos materiais escolares.

Educar, que nunca foi tarefa simples, tem sido um processo cada vez mais complexo e fundamental para o futuro de cada um. Em um cenário de tantas incertezas, em que máquinas desempregam trabalhadores e a informação viaja continentes em segundos, o indivíduo assume um lugar decisivo. Quanto mais bem preparado estiver para entender, aprender e, eventualmente, mudar esses contextos, maiores serão suas possibilidades de realização, e isso inclui características de âmbito social tais como pró atividade, bom relacionamento interpessoal e resiliência.

Pensando nisso, o Colégio Interativa tem como base de sua metodologia pedagógica uma visão em que o aluno é o protagonista do processo de aprendizagem e se adequou às exigências dos novos tempos. Recursos tecnológicos, proposta bilíngue, iniciação científica e salas de aulas colaborativas fazem parte de uma educação transformadora, pioneira em Londrina.

A metodologia do Colégio Interativa se baseia em uma proposta sócio – interacionista, ou seja, um conceito apresentado por Lev Vygotsky com ênfase na interação social, que visa o aprendizado decorrente da compreensão do indivíduo como um ser que se forma e transforma em contato com a sociedade, sendo uma mediação entre ambiente, pessoas e conhecimento.

Segundo uma das mantenedoras do Colégio Interativa, Jane Orsi, as crianças e os jovens precisam trocar experiências não apenas pedagógicas, mas também sociais. “Não acreditamos que seja positivo um aluno se sentar atrás de outro aluno, sem trocar informações, sem partilhar o conhecimento, por isso, apostamos em mesas colaborativas para que eles se olhem, participem, se envolvam e cheguem a resultados juntos. O Brasil pode estar em 51º lugar no ranking da OCD, mas o Colégio Interativa está em 1º lugar há muito tempo”, conclui.

O ambiente escolar precisa provocar nos alunos múltiplos interesses sócio – educativos e a estrutura física das escolas pode dar subsídios que influenciam não penas em ganhos da capacidade cognitiva e motora, mas também de socialização dos alunos, tendo em vista que uma infraestrutura inteligente contribui para estimular o convívio social e de lazer entre eles. O espaço da escola é mais do que quatro paredes. É clima, espírito de trabalho, produção de aprendizagem, relações sociais de formação de pessoas. O espaço tem que gerar ideias, sentimentos, movimentos no sentido da busca do conhecimento. Tem que despertar interesse em aprender, além de ser alegre, aprazível e confortável.

O laboratório de ciências não tem paredes e a sua porta é feita de vidro, justamente para que todos possam ver e contemplar as experiências ali realizadas. Na biblioteca uma placa avisa: “Não façam silêncio”, afinal, os alunos precisam e podem debater sobre os assuntos experimentados em cada leitura.

Segundo Jane, tudo se transformou nos últimos anos, mas a educação ainda precisa de grandes avanços. “Algumas escolas ensinam como se estivéssemos no século 19. Telefones, carros, computadores… tudo evoluiu, por isso, nossa escola caminha para o futuro. Estamos dispostos a aprender cada vez mais e atender essa nova geração da melhor maneira possível, a atual Geração i”.

O país que ficou em primeiro lugar no ranking foi a Cingapura, local em que Jane Orsi esteve visitou durante o mês de setembro. O objetivo da viagem era justamente fazer uma pesquisa de campo em países com o maior índice de educação. “Além de Cingapura estive na Finlândia no mês de maio e acredito que temos que aprender com os melhores. A educação brasileira tem muito potencial, portanto, essa troca de conhecimento e informações é muito válida e só confirma que a proposta que nos move é eficaz e possível de ser realizada”.

 

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